Provavelmente tem MUITAS coisas que vocês não sabem sobre mim, então resolvi contar algumas coisas aleatórias. Adoro ler esse tipo de post no blog “das coleguinha” e achei que seria divertido fazer um no estilo por aqui. Vamos lá
- Meu primeiro palavrão foi por volta dos 4 anos. Eu disse em alto e bom som na sala de casa: “Eu quero que o Palmeiras se foda!”. Meu pai na hora, segurando um riso, disse: “O que você disse aí Juliana?”. E eu, na inocência genuína de uma criança, repeti : “Isso mesmo, quero que se se foda!”. Meu pai não conseguiu me dar uma bronca pelo primeiro palavrão proferido, e caiu na risada. Claro que pediu para eu não falar mais isso. Aliás, acho que Deus atendeu ao meu pedido, porque o Palmeiras só vem se fudendo né? hahahaha
- Quando eu era pequena sonhava em ser empregada doméstica. Sim… é verdade. Deixo bem claro que eu não tenho nada contra as empregadas domésticas, é um trabalho digno como todos os outros. Alias, nao sei o que seria da minha da sem a moça que trabalha na minha casa. Mas já viu aguém sonhar em ser empregada doméstica? Pois é… eu sonhava.
- Eu era a louca dos gatos quando criança, bem no estilo “Felícia way of life” mesmo. Só que não tinha jeito nenhum com os animais e os pegava pelo pescoço, pela perna, por onde fosse mais fácil pegar! hahahaha É claro que com isso tudo eles fugiam de mim, era só eu chegar que cada um corria para se esconder. Um dia peguei minha gata no colo e ela me arranhou perto do olho e eu quase fiquei cega. Meus pais deciram que era melhor – para o gatos – procurar um novo lar para eles e foi o que fizeram. E desde então eu tenho medo de gatos.
- Meu irmão já me deu um chute na cara. É isso mesmo… é uma historia muito triste sobre quebra de confiança ( coloca “Love by Grace” de fundo aí para acompanhar o drama..rs). Eu devia ter uns 14 anos e meu irmão do meio uns 17. Ele cismou que queria lutar Karatê e vinha treinando com muita determinação e então chegou o dia da “troca de faixa”. Acho que ele ia sair da faixa branca para a amarela, não sei, era algo assim. E resolveu que tinha que treinar o Kata (a dancinha que eles fazem) em mim. E jurou: “Não vou encostar em você, juro.” E eu, como todo irmão caçula tapado, acreditei nele. Fiquei parada e ele simulava que iria me dar um soco ou um chute e quando o movimento chegava bem perto de mim, ele parava. em no último segundo mesmo. Eu estava me divertindo com aquilo. Só que depois de muitos socos e chutes fakes ele meio que se empolgou e acertou um belo de um chute na minha cara e eu desmaiei. Ponto final.
- Um dia a diretora do meu colégio morreu. Eu gostava dela e fiquei bem triste. No velório, estava todo mundo chorando, todos os meus colegas de classe, familiares e outros amigos dela. Eu estava com a minha mãe e resolvi ir falar com uma amiga e depois d um tempo voltei para o lado da minha mãe. Encostei a cabeça nas costas dela e abracei de modo que fiquei atrás dela. Fiquei nessa posição por uns 5 (ou mais) minutos. Até que vejo minha mãe passando do outro lado da sala…..OH WAIT!!!! Entao quem era a mulher com quem eu estava abraçada? Pois é, até hoje não sei! HAHAHAHAHAHAHAH muita vergonha.
- Por volta dos 12 anos eu quebrei o pé direito pela terceira vez. Fiquei meses de gesso, aquela coisa super desconfortável, quente e que coça. E aí finalmente chegou o dia de tirar o gesso e eu seria um pessoa livre de novo. Acordei cedo naquele sábado e enchi o saco do meu pai para ele me levar ao Hospital logo para me libertar. Lembro da sensação maravilhosa do gesso saindo, do ar fresco batendo na minha perna…. Cheguei em casa muito muito muito muito feliz. Passou uma hora (ju-ro) meu irmão, o mesmo do chute na cara, me passou uma rasteira e foi assim que eu quebrei o pé pela quarta vez. Fiquei UMA HORA sem gesso…. UMA MISERA HORA! E foram mais meses com aquele gesso no pé…
- Aproveitando a onda de “quebração de ossos”, uma vez eu estava deitada no sofá toda esparramada e meu outro irmão tropeçou em uma mochila e caiu em cima do me braço. Claro que quebrou né? Porque eu sou MUITO sortuda. Vocês também acham que meus irmaos faziam de propósito?